INTRODUÇÃO 11
CAPÍTULO 1 - LITIGIOSIDADE REPETITIVA E PRECEDENTE OBRIGATÓRIO 15
1.1 - Litigiosidade repetitiva 15
1.2 - Conceito de precedente 16
1.3 - Precedente obrigatório e precedente vinculante 19
1.4 - O precedente obrigatório como resposta à litigiosidade repetitiva 25
CAPÍTULO 2 - VISÃO PANORÂMICA DOS INSTRUMENTOS PROCESSUAIS TENDENTES À CRIAÇÃO DE PRECEDENTE OBRIGATÓRIO 27
2.1 - Generalidades 27
2.2 - Controle abstrato de constitucionalidade 27
2.3 - Súmula persuasiva 29
2.4 - Súmula vinculante 32
2.5 - Recursos especial e extraordinário repetitivos 32
2.6 - Incidente de assunção de competência 34
2.7 - Orientação do plenário ou do órgão especial do Tribunal 35
CAPÍTULO 3 - DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS 37
3.1 - Origem 37
3.2 - Natureza jurídica 38
3.3 - Pressupostos do IRDR 40
3.3.1 - Pressupostos positivos 41
3.3.1.1 - Existência de uma demanda repetitiva 41
3.3.1.1.1 - Nomenclatura 41
3.3.1.1.2 – Efetiva multiplicidade de processos tratando da matéria 44
3.3.1.2 - Necessidade de apreciação de questão exclusivamente de direito 48
3.3.1.3 - Risco de ofensa à isonomia e à segurança jurídica 49
3.3.1.4 - Pedido de instauração 51
3.3.1.5 - Existência de uma causa representativa da demanda em curso no Tribunal 53
3.3.1.5.1 - O modelo da causa-piloto e o do procedimento- modelo 54
3.3.1.5.2 - O modelo adotado pelo ordenamento jurídico brasileiro 56
3.3.2 - Pressupostos negativos 63
3.3.2.1 - Inexistência de recurso afetado nos Tribunais de super-posição sobre a mesma matéria 63
3.3.2.2 - Impossibilidade de apreciação de questão fática 65
3.3.2.3 - Inviabilidade de se adotar processo já julgado como origem do IRDR 65
3.4 - Competência dos Tribunais 68
3.5 - Instauração e admissão 70
3.5.1 - Competência para recebimento do pedido de instauração 70
3.5.2 - Legitimidade 73
3.5.2.1 - Legitimidade do juiz ou relator 73
3.5.2.1.1 - Magistrado como legitimado para a propositura do incidente 73
3.5.2.1.2 - Autoridades judiciárias com aptidão para requerer a instauração do IRDR 75
3.5.2.1.3 - Possibilidade de o magistrado optar por oficiar o Ministério Público ou a Defensoria Pública em vez de requerer a instauração do IRDR 81
3.5.2.2 - Legitimidade das partes 81
3.5.2.3 - Legitimidade do Ministério Público e da Defensoria Pública 85
3.5.2.3.1 - Questões controvertidas que dizem respeito às duas instituições 85
3.5.2.3.2 - Questões controvertidas sobre a legitimidade do Ministério Público 87
3.5.2.3.3 - Questões controvertidas sobre a legitimidade da Defensoria Pública 90
3.5.2.4 - Ilegitimidade de partidos políticos, associações e entes da Administração Pública 99
3.5.3 - Recebimento pelo presidente do Tribunal 100
3.5.4 - Apreciação pelo colegiado indicado pelo regimento interno 103
3.5.5 - Remessa dos autos do órgão fracionário originalmente competente para o julgamento do caso para o órgão responsável pelo julgamento do IRDR 105
3.5.6 - Isenção de custas 106
3.5.7 - Multiplicidade de pedidos de instauração 108
3.5.8 - Publicidade do IRDR 109
3.6 - Afetação e instrução 110
3.6.1 - Prioridade de julgamento 110
3.6.2 - Suspensão dos processos pendentes 112
3.6.3 - Intervenção do Ministério Público 116
3.6.4 - Manifestação das partes e de interessados na instrução do IRDR 118
3.7 - Julgamento e efeitos da decisão 120
3.7.1 - Dinâmica da sessão de julgamento 120
3.7.2 - Fundamentação qualificada 120
3.7.3 - Efeitos extraprocessuais do julgamento 123
3.7.4 - Força vinculante da tese jurídica 124
3.7.4.1 - Constitucionalidade da vinculação 124
3.7.4.2 - Aspecto temporal 128
3.7.4.3 - Aspecto subjetivo 129
3.7.4.3.1 - Vinculação de órgãos subordinados ao Tribunal 131
3.7.4.3.2 - Vinculação e órgãos de idêntica estatura do Tribunal 131
3.7.4.3.3 – Vinculação e órgãos de maior envergadura do Tribunal 133
3.7.4.4 - Crítica a respeito do papel da reclamação para assegurar a observância da tese jurídica 133
3.7.5 - Comunicação para órgãos administrativos 138
3.7.6 - Julgamento de IRDR no qual seja arguida inconstitucionali-dade de ato normativo do Poder Público 138
3.8 - Recurso contra o julgamento do IRDR 141
3.8.1 - Generalidades 141
3.8.2 - Particulares dos recursos contra o julgamento do IRDR 141
3.8.2.1 - Cabimento 141
3.8.2.2 - Legitimidade 143
3.8.2.3 - Interesse recursal 146
3.8.2.4 - Conceito de causa decidida 148
3.8.2.5 - Efeito suspensivo 152
3.9 - Revisão da tese 152
CAPÍTULO 4 - DEMANDAS REPETITIVAS E DIREITOS INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS 155
4.1 - Conceito de direitos individuais homogêneos 155
4.2 - Campo de convergência entre demandas repetitivas e direitos individuais homogêneos 161
4.2.1 - Primeira regra: as demandas repetitivas do IRDR englobam situações que escapam do campo de abrangência dos direitos individuais homogêneos 162
4.2.2 - Segunda regra: direitos individuais homogêneos oriundos de uma questão de fato estão excluídos do âmbito do IRDR 163
4.2.3 - Terceira regra: os direitos individuais homogêneos têm aptidão para criar uma demanda repetitiva, ressalvada a segunda regra 164
CAPÍTULO 5 - QUESTÕES PROBLEMÁTICAS ENVOLVENDO A COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DOS TRIBUNAIS PARA JULGAR O IRDR 167
5.1 - Panorama da competência dos Tribunais no texto da Constituição Federal 167
5.2 - A restrição imposta aos Estados para legislar sobre direito processual 168
5.3 - A ausência de disposição expressa no texto magno autorizando o julgamento de IRDR pelos Tribunais Regionais Federais 169
5.4 - A ausência de disposição expressa no texto magno autori-zando o julgamento de IRDR pelo Superior Tribunal de Justiça ou pelo Supremo Tribunal Federal 170
5.5 - A aparente impossibilidade de criação de incidentes processuais a serem apreciados por Tribunais por lei ordinária 170
5.6 - Outros incidentes processuais de competência de Tribunais criados por lei ordinária 171
5.7 - A interpretação do Supremo Tribunal Federal acerca da ampliação da competência dos Tribunais por lei ordinária 172
5.8 - O julgamento conjunto do IRDR e da causa que lhe deu origem 175
CAPÍTULO 6 - QUESTÕES PROBLEMÁTICAS ENVOLVENDO O IRDR E OS JUIZADOS ESPECIAIS 177
6.1 - Microssistema dos Juizados Especiais 177
6.1.1 - Generalidades 178
6.1.2 - Juizado Especial Cível 181
6.1.3 - Juizado Especial Federal 183
6.1.4 - Juizado Especial da Fazenda Pública 186
6.1.5 - Sistema recursal e mecanismos próprios do microssistema dos Juizados para uniformização de jurisprudência previstos em lei 187
6.1.6 - O vácuo normativo em relação ao controle das decisões das Turmas Recursais dos Juizados Especiais Cíveis 190
6.1.7 - Vinculação dos Juizados aos Tribunais da respectiva base territorial 195
6.2 - Possibilidade de um IRDR ser instaurado perante o órgão de segundo grau do Juizado Especial 198
6.3 - Viabilidade um processo que tramita perante Juizado Especial dar ensejo a um IRDR 200
6.4 - Cabimento de reclamação para o Tribunal por descumpri-mento de precedente vinculante em processo que tramita perante o Juizado Especial 204
CONSIDERAÇÕES FINAIS 209
REFERÊNCIAS 213