INTRODUÇÃO 7
1 - CRIMES DE PERIGO ABSTRATO 13
1.1 - Classificação e conceito 13
1.1.1 - Crimes de dano 14
1.1.2 - Crimes de perigo 14
1.1.2.1 - Crimes de perigo concreto 16
1.1.2.2 - Crimes de perigo abstrato 18
1.2 - Sociedade de risco 20
1.3 - Gerenciamento do risco 25
1.3.1 - Direito da Intervenção de Hassemer 30
1.3.2 - Direito penal de duas velocidades de Silva Sanchéz 31
1.3.3 - Funcionalismo sistêmico de Jakobs 34
1.3.4 - Funcionalismo teleológico de Roxin 36
1.4 - Delimitação da tutela penal em função dos bens jurídicos 40
1.4.1 - O pensamento de Urs Kindhäuser 41
1.4.2 - A tutela dos bens jurídicos supra-individuais no direito penal 45
1.5 - Análise de acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal 50
1.5.1 - A inconstitucionalidade do artigo 25 do Decreto-Lei 3.688/41 51
1.5.2 - Atipicidade pelo princípio da insignificância 53
1.6 - Preservação da legitimidade nos crimes de perigo abstrato 57
2 - FINALIDADES DA PENA 65
2.1 - A sanção penal e seus fins 65
2.2 - Teorias absolutas ou retribucionistas 67
2.2.1 - A base filosófica em Kant 68
2.2.2 - A base filosófica em Hegel 70
2.2.3 - O pensamento de Francesco Carrara 71
2.2.4 - Considerações críticas 73
2.2.5 - O novo retribucionismo de Faria Costa 76
2.2.6 - A recepção no Brasil 78
2.2.6.1 - Por Nélson Hungria 78
2.2.6.2 - Por Miguel Reale Júnior 80
2.3 - Teorias relativas ou preventivas 81
2.3.1 - O pensamento de Cesare Beccaria 82
2.3.2 - Prevenção geral 84
2.3.2 1 - Prevenção geral negativa 85
2.3.2 2 - Prevenção geral positiva 88
2.3.2 3 - Considerações críticas 92
2.3.3 - Prevenção especial 93
2.4 - Teorias unificadoras 97
2.4.1 - A teoria unificadora dialética de Claus Roxin 99
2.5 - O ordenamento brasileiro e a finalidade da pena 101
3 - FINALIDADES DA PENA NOS CRIMES DE PERIGO ABSTRATO 105
3.1 - A pena dos crimes de perigo abstrato em razão da retribuição 105
3.1.1 - A incompatibilidade com o modelo de Estado 105
3.1.2 - O desejo social pela punição e a expansão do perigo abstrato 107
3.2 - Adequação da teoria preventiva 110
3.2.1 - A ineficácia da intimidação na antecipação da tutela penal 111
3.2.2 - A reafirmação do ordenamento como fim insuficiente para justificar a pena 113
3.2.3 - A ressocialização como fim 117
3.3 - O distanciamento do retribucionismo e a adoção pela teoria eclética preventiva 120
3.3.1 - Proposta para a prevenção geral 126
3.3.2 - Proposta para a prevenção especial 128
CONSIDERAÇÕES FINAIS 133
REFERÊNCIAS 139